Me fiz carne viva e lancei-me ao mar, com água nos poros e veias abertas, emergi no azul da terra marinha.
Lá, as marés dançarinas acabaram por dissolver o que de mim era sal em lágrimas.
Onda e vento, morrer só de reviver.
Quando libertadas as minhas pegadas, o sopro branco do ilimitado vai consumar-se no fogo.
Água Salgada, Areia Errante.
E só desta entrega quero me alimentar.
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