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quinta-feira, julho 30

Te levo comigo.

Só o que me dói, é pensar na imensidão de vida que perco ao ser mesquinha.

Mesquinha, isso mesmo, pequena e fraca de alma e caráter, sabe ?

Compreendo agora que a raiz de todas as dores está na dosagem do amor.
Meus buracos exalam vazios e me fazem perguntar a respeito de quem merece meu amor, ou sobre quais atitudes fazem as pessoas indignas de serem amadas ?

Perguntas patéticas. Perguntas cotidianas.
Creio que a única serventia destas é esconder o meu medo de amar. Ou o meu medo de ser amada...

Estou cansada.
Eu poderia ter feito mais. Todos os dias me lembro que poderia ter feito mais.
Me arrependo de não ter feito mais.

Mas isso não muda nada.

Falta muito, eu sei, só que minha necessidade está marcada no caminho que percorro...
Vou conquistar o dom de viver sem pesos.
Vou amar sem medidas o tempo todo.
Está escrito, eu vejo.

E eu vou te amar para sempre, meu querido amigo.
não há um só segundo em que eu não sinta sua falta.

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